Maio 11, 2025
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O Projeto Itaú 2030 está sendo implementado aos poucos em algumas agências do banco. Ele prevê mudanças na estrutura de cargos, com a unificação das diretorias Comercial e Operacional, e também a substituição do Agir (programa de remuneração variável dos bancários da rede de agências) pelo GERA. O projeto foi apresentado em dezembro pelo banco, e começou a ser implantado em janeiro, segundo o Itaú, a princípio em apenas 20 unidades.

Mas como isso está afetando o cotidiano dos bancários do Itaú? A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) quer saber sua opinião. Você foi afetado? Está apreensivo? Seus colegas foram prejudicados? Quais as mudanças no seu dia a dia? Essas informações são fundamentais para embasar a atuação da entidade na defesa dos seus direitos.

Participe! Basta preencher o questionário online aqui. É rápido, simples e fundamental para que a entidade possa negociar melhorias nas suas condições de trabalho.

Fonte: Contraf-CUT

A pandemia reforçou a distância entre mulheres e homens no mercado de trabalho, aponta levantamento do Dieese divulgado em alusão ao Dia Internacional da Mulher, comemorado nesta segunda-feira (8). Elas “seguiram ganhando menos, mesmo quando ocupavam cargos de gerência ou direção”, ou tendo a mesma escolaridade.

Além disso, “parcela expressiva de mulheres perdeu sua ocupação no período da pandemia e muitas nem buscaram uma nova inserção”, diz o Dieese. Do terceiro trimestre de 2019 até igual período do ano passado, elas perderam 5,7 milhões de postos de trabalho e o desemprego aumentou em 504 mil. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, do IBGE.

Taxa “alarmante”

Ainda de acordo com o estudo, em 2020 a taxa de desemprego das mulheres negras e não negras cresceu 3,2 e 2,9 pontos percentuais, respectivamente. No caso das negras, “atingiu a alarmante taxa de 19,8%”. A das não negras foi de 13,5%.

Um setor bastante atingido foi o do serviço doméstico: 1,6 milhão de mulheres perderam o trabalho, sendo 400 mil com carteira assinada. “Já o contingente de trabalhadoras informais, exceto das do emprego doméstico, passou de 13,5 milhões para 10,5 milhões, indicando outro grupo expressivo que perdeu o trabalho e a renda”, aponta o instituto.

Exclusão social

“Os resultados para este contingente de mulheres negras e mais pobres refletiram um agravamento da situação de pobreza e de exclusão social”, afirma ainda o Dieese. “E, para muitas, foi necessário sair de casa para buscar uma inserção, ou seja, escolher entre algum trabalho e renda ou a proteção de sua vida e da família.”

Na faixa de mulheres com maior escolaridade, que foram realizar seu trabalho em casa, o rendimento médio por hora aumentou, mais por efeito estatístico, segundo o Dieese. Saíram as de menor renda e permaneceram as que ganhavam mais. Mas a diferença segue grande: entre as negras, R$ 11,55/hora e entre as não negras, R$ 20,79. Apesar do aumento, fatores como filhos, cuidado com idosos, afazeres domésticos e as longas jornadas “tenderam a agravar problemas de saúde física e mental dessas mulheres”.

Em cargos de gerência ou direção, as mulheres recebiam, em média, R$ 3.910, ante R$ 4.910 dos homens. “Para a juventude feminina, este cenário de pandemia trouxe a desilusão em relação ao futuro e em muitos casos, o abandono dos estudos e da qualificação. Os efeitos para o país foram desastrosos e se essa situação permanecer em 2021, o desenvolvimento futuro do país estará seriamente comprometido.”

Maioria em São Paulo

Outro estudo, este da Fundação Seade, mostra que as mulheres são maioria (51,3%) da população paulista em 2021. “Trata-se de um ano peculiar, uma vez que o contingente de mulheres com menos de 15 anos se iguala ao daquelas de 60 anos e mais: são 4,1 milhões em cada grupo.”

Projeção do Seade para 2050 aponta quase o dobro da população feminina com idade mais avançada, somando 7,9 milhões. E o grupo das mais jovens irá se reduzir em 27%, para 3,2 milhões.

“Em 1950, aquelas com 60 anos e mais representavam 4,5% da população estadual e o grupo com até 15 anos participava com 38,2%. Em 2021, essas proporções se igualam em 17%. Já em 2050, 32,6% estarão na faixa de idades mais avançadas, enquanto 13,4% na de mais jovens”, diz o Seade. A fundação acrescenta que a participação da população feminina com menos de 15 anos é “regionalmente diferenciada”. Em alguns casos, chega a quase 25%. Por sua vez, há municípios paulistas em que as mulheres com 60 anos ou mais superam os 30%.

Fonte: Rede Brasil Atual

A maioria da população brasileira sofre com o agravamento dos problemas econômicos e sociais. Já são 60 milhões na pobreza e 14 milhões de desempregados. Enquanto isso, os super-ricos ficaram ainda mais ricos durante a pandemia. Eles pagam menos impostos do que os mais pobres. Isso faz aumentar a desigualdade e agrava a violência. Todos somos impactados, mas quem mais sofre com isso são as mulheres.

“A maioria dos postos de trabalho fechados era ocupada por elas. Mas, mesmo desempregadas, ficaram sobrecarregadas devido ao aumento do trabalho doméstico. E o mais grave, a violência contra a mulher cresceu com o isolamento social. E muitas são obrigadas a conviver com o agressor”, observou a secretária da Mulher da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Elaine Cutis. “Todos estes problemas são ainda mais sentidos pelas mulheres negras”, completou.

Conversa de mulher

Para tratar do assunto, a Campanha Tributar os Super-ricos vai realizar, na quinta-feira (11), a partir das 19h, um bate-papo, com transmissão ao vivo, com um time de peso, formado pelas deputadas federais Erika Kokay (PT-DF), Gleisi Hoffmann (PT-PR) e Fernanda Melchionna (PSOL-RS), além da economista Juliane Furno e a fundadora do Movimento Mães de Maio, da Baixada Santista (SP), Débora Silva.

O debate #8M – Pela Vida das Mulheres, Tributar os Super-ricos será transmitido ao vivo pelos canais no Youtube da Contraf-CUT e do Instituto Justiça Fiscal e pelo Facebook da Campanha Tributar os Super-Ricos e das instituições participantes.

Propostas da campanha

A Contraf-CUT é uma das mais de 70 entidades que se juntaram para criar a Campanha Tributar os Super-ricos e elaborar oito Projetos de Lei que podem reduzir, de forma eficiente, esses problemas. Os projetos estão em tramitação no Congresso Nacional desde agosto de 2020 e propõem aumentar impostos para os 0,3% mais ricos e reduzir para os mais pobres e para as pequenas empresas.

“Se aprovados, os projetos podem aumentar a arrecadação em quase R$ 300 bilhões ao ano, tributando apenas 59 mil pessoas entre os 210 milhões de brasileiros. A ideia é promover a justiça fiscal com garantia de recursos para renda emergencial e a realização de diversas políticas sociais que beneficiam a população mais necessitada”, explicou o secretário de Assuntos Socioeconômicos da Contraf-CUT, Mario Raia.

“Ao invés de cortar recursos das áreas sociais e reduzir o Estado, é preciso tributar os super-ricos e garantir recursos que assegurem os direitos das mulheres e reduzam esse grave quadro de desigualdade e violência”, concluiu o dirigente.

LIVE | #8M – Pela Vida das Mulheres, Tributar os Super-ricos |

▻ 11 de março (quinta)
19h às 20h30


Acompanhe pelo Facebook da Campanha Tributar os Super-Ricos
https://www.facebook.com/102896974943568/posts/190942386139026/

Pelo Youtube da Contraf-CUT
https://www.youtube.com/watch?v=gTtqj-a4MIg

Ou pelo Youtube do IJF
https://www.youtube.com/watch?v=yKRztWaI7XM

Participantes:

▸ Erika Kokay – Deputada federal (PT-DF)
▸ Gleisi Hoffmann – Deputada federal (PT-PR) e presidenta nacional do PT
▸ Fernanda Melchionna – Deputada federal (PSOL-RS)
▸ Juliane Furno – Doutora em Desenvolvimento Econômico pelo Instituto de Economia da Unicamp
▸ Débora Silva – Fundadora do Movimento Mães de Maio da Baixada Santista

#TributarOsSuperRicos #TributarAGORA #PelaVidaDasMulheres #DiaDaMulher #8demarço

Fonte: Contraf-CUT

O 8 de Março, Dia Internacional da Mulher, iniciou com atos de mulheres em diversas cidades por vacina contra a covid-19 e renda básica, por meio do auxílio emergencial. Pelo Brasil, trabalhadoras protestaram também contra a fome e em defesa de moradia. As manifestações respeitaram protocolos de saúde e não promoveram aglomerações.

Pela manhã desta segunda, cerca de 20 mulheres realizaram um ato em frente à empresa Camil, em Barra Bonita (SP), contra o aumento no preço do arroz. Sob o lema “Mulheres pela vida, semeando resistência, contra a fome e as violências”, o ato faz parte da Jornada de Luta do 8 de Março do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST).

O protesto criticou os interesses do agronegócio do Brasil. O país desfez o “estoque regulador”, ou seja, garantia o preço e acesso da população aos produtos, mesmo diante do aumento da demanda. Entretanto, com a pandemia, as empresas priorizam a exportação e, como exemplo disso, em um ano, as ações da empresa Camil subiram 92%.

Em Minas Gerais, no município de Governador Valadares, mulheres também ocuparam a BR-116 “pela vida, contra a fome, as violências e pela abertura imediata do hospital regional”. Elas também exigiram o retorno do auxílio emergencial e vacina para todas e todos.

Em Recife, as mulheres da Ocupação Carolina de Jesus também realizaram uma paralisação. Elas protestaram na BR-101 para reivindicar vacina para todo mundo, renda básica e moradia. “O Bolsonaro não está nem aí para os trabalhadores. Cadê o auxílio emergencial dos trabalhadores? As mulheres estão sobrecarregadas”, disse uma manifestante, durante o ato.

Outros atos

Na capital paulista, as mulheres fizeram atos e panfletaços na estação de metrô Artur Alvim, localizada na Zona Leste. Já no Terminal João Dias, na Zona Sul, as trabalhadoras também conversaram com a população sobre a necessidade de vacina e o auxílio emergencial.

Em Jarú, no interior de Rondônia, mulheres da Via Campesina organizam a ornamentação da cidade com placas de #MulheresPeloForaBolsonaro para marcar o dia internacional de luta das mulheres. A luta é pela defesa da vida, pela garantia do SUS para derrotar a fome e as violências.

Já em Curitiba, as mulheres trabalhadoras da educação fizeram um ato, em frente ao Palácio Iguaçu, sede do governo do Paraná, contra a volta as aulas, por vacina para toda a população e em memória às milhares de vítimas da pandemia de covid-19. 

*Com informações do Brasil de Fato

Nota do Sindicato

Março 08, 2021
O Sindicato dos Bancários da Baixada Fluminense comunica que não haverá atendimento presencial em sua Sub-Sede de Nova Iguaçu.
 
Na manhã desta segunda-feira, nossos diretores foram surpreendidos com uma invasão ao Sindicato, onde deixaram rastros de destruição e o roubo de uma televisão.
 
As providências já estão sendo tomadas e, a partir de amanhã, voltaremos com nosso atendimento presencial.
 
Caso precisem entrar em contato com o Sindicato dos Bancários da Baixada Fluminense, favor entrar em contato diretamente com os diretores, ou com nossa Sede localizada em Duque de Caxias.
 
Nossa luta é diária e incessante. E não será por nenhum ato de vandalismo que iremos parar.
 
Obrigado pela compreensão.

Funcionárias e funcionários do Banco do Brasil irão deliberar, em assembleia virtual, nesta quarta-feira (10 de março), a renovação do Acordo Coletivo de Trabalho Emergencial (Pandemia Covid-19), que prevê o não descomissionamento por desempenho enquanto durar a pandemia; anistia de 10% do saldo total de horas negativas a compensar e prazo de compensação de horas negativas de 18 meses. O acordo em vigência venceria no último dia de 2020, mas foi estendido por conta da uma liminar do Supremo Tribunal Federal (STF), que prorrogou o Estado de Pandemia. 

A assembleia ocorrerá das 8h até as 20h.

IMPORTANTE: O Comando Nacional dos Bancários indica a aprovação nas assembleias em todo o país.

Para votar e participar, basta acessar o link de votação: https://bancarios.votabem.com.br/
 
O link estará, também, disponível em nosso site (http://www.bancariosbaixada.org.br/)
 
 
 

8 de março é o dia que as mulheres pela luta que travaram, desde sempre, por respeito, direitos, mais dignidade e igualdade. 

Mas também é dia de lembrar das que não estão, porque lhes tiraram a vida. Dia de lembrar das que vieram antes e lutaram para que as mulheres pudessem votar, dirigir, trabalhar fora, se candidatar na política, ou escolher outros destinos. Dia em que lembrar das mulheres que lutam para que as que ainda virão, possam crescer e viver livres. Dia de reforçar que a violência de gênero mata todos os dias, e que é necessário e urgente o seu fim.

Apesar de muitos direitos já terem sido conquistados, ainda há muitos a serem reivindicados. Atualmente, as mulheres ainda têm que lutar contra os retrocessos promovidos pelo governo que, com sua política negacionista, misógina e seu discurso conservador, também ameaça vários direitos tão duramente conquistados pelas mulheres, além de aprofundar a miséria e a fome em nosso país.

Por isso, é fundamental que todas as mulheres, dadas as restrições que exige o momento, estejam engajadas na luta para impedir que as desigualdades não mais se aprofundem e que não tenhamos retrocessos.

MOBILIZAÇÕES

Neste mês de março, as bancárias estarão engajadas em várias ações para organizar a luta, neste momento em que a pandemia aprofunda a violência vivida pelas mulheres em seus lares e nas relações de trabalho. A estratégia será organizar junto com outras categorias, através da Central Única dos Trabalhadores (CUT), uma série de ações para marcar o Mês da Mulher, como mobilizações reivindicando o fim da violência, vacinação já e emprego decente.

A importância da vacinação, principalmente para as mulheres, também deve ser destacada. Elas são maioria entre os trabalhadores da saúde. E são elas que cuidam das crianças e dos idosos. O Março de Luta vai destacar a importância do emprego decente para as mulheres, na luta contra a miséria e a pobreza que atinge o nosso país. A maioria das mulheres está desempregada, muitas estão em trabalhos informais, completamente precarizados. É necessário mostrar que as mulheres estão se mobilizando em todo o país em torno das pautas feministas.

 

O Comando Nacional dos Bancários se reuniu nesta sexta-feira (5) com a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) para cobrar medidas que protejam a categoria e a população contra o agravamento da pandemia. Mais rigor nos protocolos de segurança, manutenção e ampliação do teletrabalho, suspensão das demissões, testagem na categoria, redução das metas e no horário de atendimento e somente atendimentos essenciais nas agências foram os pontos apresentados para os representantes da Fenaban, que se comprometeram a apresentar respostas na próxima reunião, a ser realizada na semana que vem.

“Estamos em uma fase pior da do ano passado. A gente nem tem vacina e nem comprou. A incompetência do governo é muito grande. Quais as medidas que os bancos vão tomar? Não podemos ter demissões na categoria. Estamos em fase de muitas dificuldades. Precisamos verificar como estão os protocolos, colocar o máximo da categoria em teletrabalho, controlar os acesso de clientes. Temos atendimentos entre 10h e 15h. em alguns bancos, mais do que estavam fazendo. O atendimento tem que ser mais restrito”, afirmou a presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Juvandia Moreira, coordenadora do Comando Nacional dos Bancários.

Os representantes do Comando ressaltaram que a categoria bancária conseguiu firmar com a Fenaban um acordo que garantia protocolos de segurança sanitária ainda no início da pandemia. Algumas medidas de segurança foram relaxadas ao longo de 2020, como o retorno ao trabalho presencial de parte dos que estavam em teletrabalho. Os representantes do Comando lembraram que em muitas agências falta álcool ingel nas áreas de autoatendimento, além de barreiras de acrílico nos caixas e locais de atendimento de clientes. Lembraram que ainda há muita burocracia diante dos casos de contágio nos locais de trabalho, com lentidão das providências nesses casos urgentes. “Precisamos nos antecipar, estamos tratando de uma situação que não se remedia. A morte não se remedia. Além das medidas que acumulamos e combinamos, temos que fazer que elas sejam efetivas. Tem que ter rigor”, cobrou o secretário de Saúde do Trabalhador da Contraf-CUT, Mauro Salles.

Os representantes da Fenaban se comprometeram a dar respostas às cobranças do Comando na próxima reunião. Também concordaram que ocorram reuniões frequentes para controlar o cumprimento das medidas.

Fonte: Contraf-CUT

Funcionários, clientes e a sociedade de uma forma geral poderão pressionar deputados e senadores a se posicionarem em defesa do Banco do Brasil e votarem contra qualquer proposta que vise seu enfraquecimento, ou privatização.

De quinta-feira (4) até a outra quarta-feira (10), a ferramenta “Na Pressão” dará a possibilidade para que se faça envio de mensagens para os parlamentares com poucos cliques. Basta acessar o site e, em seguida, a campanha em defesa do BB, escolher o parlamentar que quer pressionar e clicar no ícone do WhatsApp, ou e-mail. A ferramenta sugere um texto, mas cada pessoa pode mudar a mensagem da forma que quiser.

“É uma ajuda importante. Cada um pode pressionar os deputados e senadores de seus respectivos estados. Sabemos que muitos deles só funcionam na pressão e é isso o que a ferramenta nos possibilita”, explicou o coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), João Fukunaga.

Na pressão

A ferramenta não é nova. A Central Única dos Trabalhadores (CUT) a lançou em 2019, para ajudar os trabalhadores a pressionarem deputados e senadores a votarem contra a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 06/2019, a famigerada reforma da previdência.

Naquela ocasião, a pressão dos trabalhadores não foi suficiente, mas a ferramenta foi se tornando mais conhecida e utilizada e a pressão sobre os parlamentares se torna cada vez maior.

“É importante que todos acessem e mandem suas mensagens aos deputados e senadores de seus estados. Quanto maior a pressão, mais chances teremos de barrar os ataques que o Banco do Brasil vem sofrendo”, enfatizou Fukunaga. “E isso tem que ser feito logo. Não bastasse o desejo do governo Bolsonaro, principalmente por meio do ministro (da Economia) Paulo Guedes, em privatizar o Banco do Brasil, o deputado Kim Kataguiri, apresentou projeto incluindo para que o BB seja incluído no Programa Nacional de Desestatização, que é o nome bonito que utilizam para tentar enganar o povo, pois sabem que a população é contra a privatização”, concluiu o representante dos funcionários do BB.

Como funciona

Para cada campanha, o NA PRESSÃO reúne as informações de cadastro das autoridades a serem pressionadas e organiza a página própria de cada tema. Ao entrar numa campanha, a pessoa interessada pode entrar no cadastro dos representantes e enviar e-mails, ou mensagens de WhatsApp para cada um deles.

No cadastro de cada autoridade é disponibilizado, além do e-mail, o telefone oficial, o canal de Facebook e, quando possível, o número celular para acesso por redes do tipo WhatsApp ou Telegram.

Além da defesa do BB, também possível pressionar pelo voto contra a PEC 186 e contra a privatização das estatais de uma forma geral.

“As bancárias e os bancários precisam se habituar a acompanhem as pautas e debates no Congresso Nacional. Há muitos interesses exclusivos em jogo e precisamos saber quem realmente está do nosso lado dentro no parlamento”, afirmou o secretário de Relações do Trabalho da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Jeferson Meira, o Jefão. “O desmonte do BB, da Caixa (Econômica Federal) e de outras empresas públicas, só interessa ao parlamentar que não tem compromisso e não entende a importância dessas empresas para o Brasil e os brasileiros”, observou o dirigente da Contraf-CUT.

Fonte: Contraf-CUT

Neste mês de março, as bancarias estarão engajadas em várias ações para organizar a luta, neste momento em que a pandemia aprofunda a violência vivida pelas mulheres em seus lares e nas relações de trabalho. A estratégia será organizar junto com outras categorias, através da Central Única dos Trabalhadores (CUT), uma série de ações para marcar o Mês da Mulher. Na Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), as atividades serão organizadas pela Secretaria de Mulheres. São mobilizações reivindicando o fim da violência, vacinação já e emprego decente.

“Serão manifestações descentralizadas com atos em diversas cidades. Vamos ter ações de identidade visual, com as mulheres colocando lenços lilases nas janelas. Para as bancárias de grupo de risco e que precisam ficar no isolamento, pedimos que elas se envolvam nas atividades das redes sociais. Uma delas será o tuitaço que vamos fazer no 8 de Março”, explicou a secretária de Mulheres da Contraf-CUT, Elaine Cutis. “Estão programados também um vídeo da campanha e outras ações nas redes sociais. O esforço da secretaria é ampliar as manifestações e atos que serão realizados ao longo do mês”, explicou.

Tuitaço

O tuitaço será realizado na segunda-feira, 8 de Março, às 12h. A hashtag é #MulheresNaLutaPelaVida. Além do tuitaço, outra atividade é a de colocar lenços lilases nas janelas das residências. As atividades marcam uma história de lutas da categoria. “A categoria bancária sempre teve um forte protagonismo na luta em defesa dos direitos das mulheres. Fomos a primeira categoria que conquistou, em negociação com o setor patronal, uma clausula sobre igualdade de oportunidades. Temos uma mesa de negociação específica e permanente, onde debatemos de forma cotidiana questões relativas ao direito das mulheres. A mais recente conquista, o canal de combate à violência doméstica, mostrou o alto volume de mulheres que buscaram auxílio neste momento de pandemia. Isso aumenta nossa responsabilidade de aprimorar e ampliar este importante instrumento de apoio e denúncia”, afirmou a secretária da Mulher da Contraf-CUT.

Elaine Cutis também destaca as dificuldades enfrentadas com o governo Bolsonaro. “O atual governo, com sua política negacionista, misógina e seu discurso conservador, também ameaça vários direitos tão duramente conquistados pelas mulheres, além de aprofundar a miséria e a fome em nosso país”, ressaltou a secretária. Para Elaine, é fundamental que todas as mulheres, dadas as restrições que exige o momento, estejam engajadas na luta para impedir que as desigualdades não mais se aprofundem e que não tenhamos retrocessos.

Plenária

Na sexta-feira passada (26/02), a Secretaria de Mulheres da Contraf-CUT organizou uma plenária virtual com bancárias para discutir as atividades do mês. Também participaram a presidenta da Contraf-CUT, Juvandia Moreira, além de presidentas de sindicatos e federações bancárias de todo o país. Estiveram presentes, ainda, a deputada federa Érika Kokay (PT-DF) e a deputada estadual Beatriz Cerqueira (PT-MG). Érika foi a primeira presidenta de um sindicato da categoria no país e Beatriz, a primeira presidenta da CUT de Minas Gerais.

“A plenária destacou a importância da vacinação, principalmente para as mulheres. São elas que são em maior número entre os trabalhadores da saúde, são elas que cuidam das crianças e dos idosos. O Março de Luta vai destacar a importância do emprego decente para as mulheres, na luta contra a miséria e a pobreza que atinge o nosso país. A maioria das mulheres está desempregada, muitas estão em trabalhos informais, completamente precarizados. A Contraf-CUT vai mostrar que as mulheres estão se mobilizando em todo o país em torno das pautas feministas”, disse a secretária da Mulher da Contraf-CUT.

Fonte: Contraf-CUT